Você certamente já ouviu falar que o Brasil é o país do empreendedorismo. Isso porque os índices de abertura de empresas e investimentos em negócios próprios é bastante alto por aqui. Mas essa realidade esconde um dado preocupante: somos também um dos países com maior número de empresas falidas.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 60% das empresas fecham em até cinco anos de operação. São diversos os fatores que tornam esse número tão alto, entre eles a falta de planejamento nas várias etapas de abertura da empresa e de boas práticas de gestão.

Portanto, se você já passou por essa situação e ainda tem o sonho de ter um negócio próprio, é preciso bastante cuidado para tomar as decisões mais acertadas e se livrar de uma falência precoce. Neste artigo, procuramos juntar o máximo de informações para ajudar você nesse processo. Confira!

Por que as empresas fecham?

Os dados do IBGE mostram, também, que em 2014 o número de empresas fechadas superou o de aberturas. Com a evolução da crise econômica e a retração do consumo no país, a situação ficou ainda mais difícil para os novos empreendedores.

Contudo, o país, há anos, apresenta uma alta taxa de falência precoce que se deve, em boa parte, às dificuldades econômicas, burocráticas, estruturais e políticas que tornam os investimentos mais caros.

Isso quer dizer que os empreendedores precisam de mais profissionalismo, planejamento e melhores estratégias para ter um negócio de sucesso. É necessário manter a contínua capacitação e obter o máximo de informações sobre o mercado.

No entanto, não é o que acontece com a maioria dos empreendedores do país. O tempo de preparação e planejamento antes de abrir um negócio é relativamente baixo. Assim, a partir da união do cenário difícil com o despreparo é que surgem os erros de gestão e, consequentemente, os altos índices de falência.

6 principais erros das empresas falidas

Uma grande parte das empresas que fecham, especialmente aquelas nos primeiros anos de atividade, acumularam erros no planejamento e na administração do negócio. Afinal, nos anos iniciais é que as maiores dificuldades são enfrentadas, como falta de crédito, dívidas altas, faturamento baixo e inexperiência.

Isso quer dizer que é preciso tomar decisões ainda mais certeiras, pois qualquer equívoco pode levar a um efeito dominó, fatal para o sucesso do negócio. Portanto, conhecer as principais falhas dos empreendedores iniciantes é essencial para se prevenir.

Nesse sentido, separamos abaixo 6 dos erros mais comuns cometidos por quem teve suas empresas fechadas. Veja quais são eles:

1. Misturar despesas pessoais às da empresa

Empresários inexperientes tendem a não definir um valor para o seu “salário” e acabam confundindo vida social e trabalho, usando o caixa da empresa para o pagamento de suas contas pessoais. Essa prática desestabiliza o controle financeiro do negócio, já que atrapalha a definição dos custos reais de operação e das margens de lucro, podendo levá-lo ao endividamento.

2. Não fazer um planejamento financeiro

Muitas empresas fecham porque o empresário não consegue manter ou bancar o funcionamento delas, logo em seu início.

Isso acontece quando o planejamento financeiro não é feito, já que nos primeiros anos a tendência de qualquer negócio, até que ele se consolide no mercado e o retorno do investimento venha, é dar prejuízo.

3. Ignorar o estudo de mercado

Erros relacionados à escolha do ponto comercial, ao produto ou ao serviço oferecido, aos valores e tipos de investimentos (em marketing, publicidade, equipamentos, capacitação de pessoal) são fatais para a maioria das empresas, que não têm tempo e nem capital para recomeçar.

Esses equívocos acontecem pela falta de um estudo aprofundado do mercado antes de abrir o negócio.

4. Não contar com um plano de negócios

Mesmo para as micro e pequenas empresas, ter um plano de negócios bem definido é essencial. Saber aonde se quer chegar e em quanto tempo é o primeiro passo para encontrar as soluções e os investimentos que serão necessários para alcançar o sucesso.

5. Falta de controle financeiro

A falta de controle financeiro é um erro básico, porém, cometido por uma parte muito grande dos empreendedores iniciantes. É preciso saber quais os custos fixos e variáveis da empresa, quais as margens de lucro, qual a porcentagem das dívidas sobre o faturamento, entre outras informações para que se tenha o real entendimento do negócio.

6. Gestão centralizada

Outro erro bastante comum é a dificuldade do empreendedor em delegar funções e responsabilidades para os funcionários. Dessa forma, a operação da empresa se torna mais custosa, a inovação mais burocrática e a estratégia de negócios é negligenciada pela falta de tempo.

Esses são alguns dos erros mais comuns que empreendedores iniciantes cometem e que contribuem para a falência de suas empresas. Mas, com algumas boas práticas e cuidados antes de enfrentar o mercado, é possível evitar o fracasso. Falaremos sobre isso no próximo tópico!

O que deve ser feito para evitar o fracasso de uma empresa?

Como já mostramos, uma grande parte da responsabilidade pelo fechamento de uma empresa recai sobre o empreendedor. Erros no planejamento do investimento e na estratégia empresarial são comuns e se tornam fatais, principalmente para pequenos negócios em sua fase inicial por conta das dificuldades que naturalmente já enfrentam.

Portanto, tomar alguns cuidados e atitudes racionais podem livrar uma empresa do fracasso. Assim, listamos abaixo o que um empreendedor precisa fazer para que seu o negócio possa ter sucesso no mercado cada vez mais competitivo. Descubra!

Conheça seu público-alvo

Conhecer a fundo o seu público-alvo impactará positivamente em diversas decisões que deverão ser tomadas, desde a estratégia de negócios, produtos, estoque, padrões de conduta e de funcionamento da empresa, escolha da equipe e do ponto comercial, até as estratégias de marketing e de publicidade.

Certifique-se de ter o capital necessário

É preciso que haja capital suficiente para abrir a empresa, pagar todas as taxas, garantir o funcionamento em um local apropriado e comprar os equipamentos necessários.

Além disso, o dinheiro deve dar também, para mantê-la funcionando, para o pagamento da folha salarial, das contas (aluguel, luz, telefone, internet) e da reposição de estoque e de materiais de uso diário até que o negócio comece a dar lucro. Não se pode esquecer do sustento do próprio empreendedor nesse tempo.

Escolha o ponto comercial com cuidado

A escolha do ponto comercial é importantíssima pois, se feita de maneira equivocada, será difícil de ser mudada em um futuro próximo. Essa decisão influencia muito no acesso que o público tem ao estabelecimento, nas finanças da empresa (aluguel, custos de manutenção e reforma) e no funcionamento do negócio (layout do imóvel).

Tenha um plano de negócios

Ter um plano de negócios ajudará o empreendedor a conhecer o mercado, definir o seu negócio, estabelecer metas realistas de faturamento e investimentos, além de impedir que atitudes equivocadas sejam tomadas por impulso.

Ela também ajudará a gerenciar melhor a empresa, já que é preciso acompanhar os números para que o plano seja seguido.

Desenvolva sua equipe

A equipe de funcionários é responsável pelo funcionamento adequado da empresa e pelo contato com o público-alvo. Um grupo motivado e treinado aumenta a fidelização de clientes e o faturamento, melhora a eficiência da empresa e ainda ajuda na sua gestão.

Invista em marketing

O investimento em marketing visa ampliar o segmento de mercado da empresa, fidelizar os clientes e tornar a operação mais eficiente, aumentando as margens de lucro. Portanto, é preciso adotar uma estratégia de marketing que englobe desde a produção, recebimento ou elaboração do produto ou do serviço e vá até a sua entrega ao cliente, incluindo também as práticas de pós-venda.

Esses cuidados são obrigatórios para qualquer pessoa que queira empreender. Ao ignorá-los, o risco de falir é bem maior, pois será mais difícil encontrar seu lugar no mercado e controlar as dificuldades de uma empresa iniciante.

Mas se você já passou por um momento difícil desses e teve que fechar seu negócio, saiba que isso é normal e você pode recomeçar. Veja como perder o receio de empreender novamente no próximo tópico.

Como perder o medo de empreender novamente?

O fracasso na tentativa de empreender é normal e não deve ser motivo para desânimo ou desistência. Essa é uma unanimidade entre especialistas da área. Ter uma empresa falida é uma oportunidade para repensar as estratégias e o planejamento para construir um negócio mais sólido e com maior potencial para o sucesso.

No entanto, falir é uma experiência ruim e o medo de empreender novamente é natural. Assim, para que você dê a volta por cima e volte a buscar seus sonhos, separamos abaixo algumas dicas de como se reerguer de uma falência. Confira!

Encare o fracasso

Não tente esquecer o que passou. Assimilar o fracasso ajuda a ter a perspectiva de que a vida não acaba com a falência de uma empresa.

Além disso, é uma ótima oportunidade para perceber seus valores e objetivos reais. Afinal, você fracassou porque estava tentando algo novo, diferente, e o fato de não ter dado certo é apenas uma oportunidade para aprender e tentar de novo com mais experiência.

Analise o que deu errado

Obviamente, resultados diferentes não serão conquistados com as mesmas atitudes. Por isso, é essencial que o empreendedor analise o que deu errado e qual o seu papel nisso, seja no planejamento ou na execução do negócio. Só assim será possível diminuir as probabilidades de fracassos futuros.

Crie novos objetivos

Agora que o pior já ficou para trás, é preciso voltar para a etapa da definição de sonhos e objetivos pessoais. Quais são os que ainda persistem, mesmo depois de encarar todas as dificuldades? Outros apareceram? Certamente, seus objetivos agora estarão mais fortes e você terá mais garra para alcançá-los.

Estabeleça um novo planejamento

Pegue tudo o que você aprendeu com a seu fracasso e use a seu favor. Planeje seu próximo negócio com mais atenção e cuidado do que o anterior, mesmo que você acredite ter feito a coisa certa.

Estude mais, revise de novo, mude para melhor. Leve em consideração tudo o que você deixou passar em sua experiência malsucedida. As chances de errar de novo serão bem menores.

Procure ajuda de especialistas

Para diminuir de vez o medo de empreender novamente, é interessante buscar auxílio e parcerias com quem possui experiência e conhecimento no ramo. Empresários que já tenham passado por situações parecidas podem ser bons conselheiros e ótimos sócios.

Instituições como o Sebrae dão apoio ao empreendedor nas várias etapas da abertura de um negócio. Outra opção é a busca por uma franquia consolidada, que oferece suporte para os franqueados.

O medo de empreender após uma falência é natural e pode servir para ter mais cautela e estudar melhor o seu próximo investimento. O que ele não pode representar é uma justificativa para a desistência.

A maioria dos grandes empresários no mundo todo passou por falências antes de ter sucesso. Não acredita? Então não deixe de conferir alguns exemplos no próximo tópico.

5 empreendedores que fracassaram e deram a volta por cima

A diferença entre um empreendedor de sucesso e um fracassado não é o fracasso. Ambos passam por isso. O que os diferencia é que, enquanto este desiste, aquele assimila suas falhas e tenta de novo, sempre com mais experiência do que na vez anterior.

Foi assim com a maioria dos grandes empresários do mundo todo que fizeram fortuna empreendendo. Até construírem uma empresa sólida e inovadora, além de se prepararem profissionalmente, tiveram que aprender com seus erros. Para essas pessoas, a falência de seus negócios foi uma oportunidade para entender melhor o mercado e se capacitarem.

Para que você se inspire e tenha força de vontade para se reerguer, conheça abaixo as histórias de 5 dos maiores empresários do mundo que faliram empresas antes de se tornarem ícones do empreendedorismo.

1. Bill Gates

O famoso empresário Bill Gates, antes de ficar rico e aparecer diversas vezes no topo das listas dos maiores bilionários do mundo, começou sua carreira empreendendo em um negócio de automatização de relatórios de trânsito. A ideia não deu certo pela falta de demanda, o que serviu de aprendizado para que Gates pudesse criar a Microsoft.

2. Walt Disney

Em 1922, Walt Disney tentou a sorte fundando uma produtora de vídeos publicitários e curtas-metragens. Porém, teve problemas com prazos e distribuidores e foi à falência. Disney, então, uniu seu perfeccionismo e força de vontade com o aprendizado de seu fracasso, simbolizado pelos ratos que frequentavam seu escritório, para criar o personagem que seria o carro-chefe de seu império: o Mickey Mouse.

3. Jorge Paulo Lemann

Após voltar de seus estudos na Universidade de Harvard, Lemann, então com 26 anos, abriu uma financeira com outros sócios, que faliu após quatro anos de operação. O empresário não se deu por vencido e voltou a ser empregado no mercado financeiro, juntou dinheiro e abriu um novo negócio, dessa vez uma corretora. Essa foi a empresa que deu início à trajetória de sucesso do bilionário brasileiro.

4. Henry Ford

Antes de criar a Ford e revolucionar a produção industrial no mundo todo, Henry Ford fundou a Detroit Automobile Company, que fabricou apenas 20 carros em dois anos de operação. Mas a confiança sobre a viabilidade de seu produto e o aprendizado sobre os processos de produção o levaram a não desanimar e se tornar um dos maiores empresários da história.

5. Henry John Heinz

Quando jovem, Heinz teve uma primeira tentativa de entrar no ramo dos condimentos com a produção de um tempero à base de raiz-forte. Após várias experiências que não tiveram boa aceitação pelos consumidores, sua empresa faliu.

Heinz entendeu seus erros e, um ano depois, criou uma nova companhia, dessa vez tendo o ketchup como produto principal. Deu certo. A Heinz é hoje referência mundial no ramo de condimentos.

Esses são apenas alguns exemplos de empresários de sucesso que passaram por falências antes de conseguirem fundar as companhias que os deixaram ricos. Eles persistiram e tiveram criatividade e empenho para aproveitar as oportunidades de negócio que surgiram. E como você, empreendedor, pode identificar uma boa oportunidade de negócio? Para saber a resposta, não deixe de ler o próximo tópico.

Como identificar uma boa oportunidade de negócio?

Saber aproveitar uma oportunidade quando ela aparece pode ser a chave para o sucesso de um empreendedor. A história está recheada de exemplos de empresários que encontraram brechas no mercado e ofereceram o produto exato para suprir uma demanda ou criaram novas demandas com suas inovações.

Assim, uma maneira adequada de começar um negócio novo é identificando uma boa oportunidade de negócio. A partir dela será possível buscar de um produto ou serviço inovador, fazer um planejamento, escolher um ponto comercial e pensar nas estratégias de marketing mais eficientes.

Mas onde estão essas oportunidades? Como é possível encontrá-las em um mundo tão acelerado, onde aparentemente as ideias já vêm prontas para o consumo? Saiba como conferindo nossas dicas abaixo.

Observe e analise

Olhe o mundo ao seu redor, perceba os hábitos de vida das pessoas e conheça suas dificuldades e necessidades, desde as mais complexas até as mais bobas. Muitas vezes, para encontrar uma oportunidade basta analisar um padrão de comportamento para entender quais interesses e necessidades ele está suprindo. Inove nesse ponto.

Esteja bem informado

Estudos formais apresentarão a você o que já está consolidado no mercado. Eventos e publicações do ramo trazem o que está sendo testado e qual o caminho das inovações.

contatos e pesquisas podem indicar aberturas comerciais como licitações, mudanças de legislação ou de hábitos de consumo da população. Ao unir as informações, é possível identificar uma oportunidade para sair na frente da concorrência.

Pense na escalabilidade

Uma boa oportunidade é aquela que surge das necessidades de um público-alvo grande ou que seja permanente, sem sazonabilidade. Ou seja, que o seu produto ou serviço tenha abrangência de mercado e possa ser produzido em escala, barateando seu preço e mantendo o faturamento constante.

Busque por inovação

Em alguns casos, as oportunidades estão na inovação de serviços que já são prestados, seja melhorando o que já é feito, seja oferecendo uma experiência diferenciada para o consumidor. Para isso, é preciso observação, atentando à percepção que os usuários têm sobre os produtos ou serviços, e criatividade para encontrar a solução que o diferencie no mercado.

Portanto, encontrar uma boa oportunidade de negócios é uma ótima maneira de iniciar o planejamento de sua empresa. Para agilizar o processo de criação de um novo negócio e pular etapas, o empreendedor pode optar por apostar em uma franquia. No próximo tópico falaremos mais sobre como funciona uma franquia e quais vantagens ela pode oferecer.

Por que apostar em uma franquia?

Dar a volta por cima após uma falência é difícil. O esforço para que o negócio dê certo precisa ser dobrado. Cada etapa deve ser estudada e planejada em seus mínimos detalhes, para que o risco de um novo fracasso seja minimizado. Além disso, o trauma da perda do investimento e da qualidade de vida faz com que o empreendedor fique mais conservador.

Isso tudo cria uma situação de receio em investir novamente. Mas, como já foi dito, o fracasso ensina e pode criar um empresário mais capacitado. E para um recomeço mais tranquilo, com menos pressão nos negócios, é possível contar com o suporte de uma rede consolidada no mercado ao apostar em uma franquia.

Veja quais são as vantagens de optar por ser um franqueado ao voltar a empreender:

Suporte ao franqueado

A franqueadora tem o interesse de que seus franqueados tenham sucesso e, por isso, oferece suporte desde a abertura da empresa (escolha de ponto comercial, análise de plano de negócios, projeto de layout da loja, apoio jurídico e administrativo) até sua operação (treinamentos, elaboração de estratégia de marketing e propaganda).

Marca reconhecida

Uma das maiores dificuldades de negócios novos é conquistar uma fatia do mercado consumidor. Isso se deve muito pelo desconhecimento da marca e do produto. Ao optar por uma franquia esse problema desaparece, pois a marca já é reconhecida e o produto já tem aceitação do público.

Planejamento financeiro

Os custos de abertura e adequação do local para o funcionamento da franquia, inclusive investimentos previstos no plano de negócios, são levantados e apresentados na fase de negociação. Isso significa que fica mais fácil para o empreendedor fazer seu planejamento financeiro, correndo menos risco de quebrar nos anos iniciais.

Crédito facilitado

Tendo uma rede franqueadora por trás, o crédito para os novos empreendedores fica facilitado e mais barato. Assim, outra grande dificuldade de empresas novas, a falta de capital de giro e de liquidez por conta das restrições ao crédito, é contornada.

Publicidade compartilhada

Em uma rede de franquias, as estratégias de publicidade e propaganda são realizadas em grupo, para toda a rede ou para segmentos regionais. Assim, seus gastos se tornam menores para cada franqueado e a eficiência das ações é maior.

Como vimos, o Brasil é o país do empreendedorismo, mas, também, o das empresas falidas. As dificuldades em abrir e manter um negócio são grandes e exigem muito dos empreendedores. Por isso, o fracasso não pode significar desistência.

A história mostra que essa é uma boa oportunidade para aprender com os próprios erros e, com a ajuda de profissionais experientes ou uma rede de franquias, se tornar um empresário ainda melhor!

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